Ontem assisti a um filme muito interessante e precisava vir aqui comentar sobre ele.  Gosto de assistir e ler sobre o holocausto, guerras e sistemas totalitários, e, desta vez, assisti a um filme diferenciado: como vários filmes, este também é baseado em um diário, mas, desta vez, é de uma mulher alemã. E ela não estava escondendo um judeu em sua casa ou coisa do tipo. Ela simplesmente morava em Berlim e decidiu escrever um diário quando os russos ocuparam a cidade, no final da Segunda Guerra, para relatar a vida miserável que levava e os repetidos estupros que precisava suportar.

Esta mulher, sem nome, escreve sobre todos os momentos de convivência forçada com os russos, as dificuldades para arranjar comida, o medo interminável de Hitler ter “esquecido” de Berlim, e a violência sexual que ela, e outras alemãs, jovens e idosas, sofriam. É um filme forte, que não recomendo para menores de idade ou pessoas frágeis; apesar de não possuir cenas explícitas, eu o considero pesado por causa do seu conteúdo. São mulheres, casadas, esperando os maridos voltarem da guerra e que são estupradas inúmeras vezes por pessoas diferentes simplesmente para agrado dos soldados. A nossa protagonista decide tentar se adaptar à situação e acaba se envolvendo com um oficial russo de alto escalão para “garantir” proteção a ela.

Os russos, literalmente, transformaram Berlim em um bordel, e o respeito, não só pelas mulheres, mas pelos homens que, muitas vezes, já haviam voltado para suas casas, era inexistente. As mulheres sabem que, ao perderem a guerra, elas viraram “propriedade dos russos”, ou seja, elas possuem consciência das atrocidades que o exército russo pode fazer. Não sei se é de conhecimento geral, mas a violação de mulheres do povo inimigo não era considerado um crime de guerra para os russos (e nem para os americanos).

O filme é baseado em um livro homônimo, lançado em 1959, e, na época de seu lançamento, não foi bem aceito pelos alemães, gerando um escândalo enorme por causa do seu conteúdo. Acredito eu que ninguém queria lembrar de tanta vergonha e humilhação sofrida. Muitas das mulheres conversavam com a protagonista e afirmavam que nunca iriam contar para seus maridos, para que eles não sentissem nojo delas.

 Os comentários da época do lançamento do livro na Alemanha eram de que este era um insulto às mulheres alemãs. A autora do diário não entendeu tamanha rejeição e acabou proibindo publicações posteriores enquanto ainda estivesse viva. Segundo os créditos do filme, a autora já faleceu porém ainda não se sabe qual é o seu verdadeiro nome.

Eu gostei bastante de conhecer a história desta mulher, e de tantas outras que ela compartilhou conosco, e de saber um pouco mais sobre os tempos de guerra. Acredito que seja um bom filme para quem gosta da temática. Tive certa dificuldade em encontra-lo, portanto creio que não seja muito conhecido no Brasil, mas valeu a pena a procura. Este filme é muito rico e tenho certeza que não deixará ninguém indiferente quanto as situações sofridas por estas mulheres.

“Wie oft?”, ou “Com que frequência?” se converteu em uma das frases mais ouvidas e entendidas na capital alemã, mas seu significado ia mais longe e implicava uma dor quase impossível de explicar: “Quantas vezes você foi estuprada por soldados russos?”.

Vocês encontram o trailer legendado em inglês AQUI


Oi pessoal, como estão? Hoje venho comentar sobre a adaptação para as telonas do livro A menina que roubava livros, do Markus Zusak. Quem me conhece sabe que sou apaixonada por essa história, tanto por causa da narradora, da forma subjetiva do final, quanto pelo fato de ser o primeiro livro que li, aquele que me inseriu no mundo literário. Nunca consegui escrever uma resenha decente sobre o livro, demonstrar o quanto a leitura me foi maravilhosa, porém vou tentar descrever um pouco o que achei do filme, ao menos.

Liesel Meminger é uma menina simples, mas que, por alguma razão, conquistou os olhares da morte. Sim, a morte. Ela é a narradora da trajetória de Liesel, a menina que conseguiu escapar dela por muitas vezes, o que é difícil de se acontecer, principalmente quando você vive na Alemanha, durante a segunda guerra mundial.

Liesel é, desde o início, uma sobrevivente. Sua mãe, por ser perseguida pelo nazismo, envia Liesel e seu irmão para um casal de alemães que se dispuseram a adotá-los em troca de dinheiro, porém, durante a ida, o irmão de Liesel morre. Eles precisam fazer uma parada para enterrá-lo e, durante o enterro, o coveiro deixa cair um livro na neve, que logo chamou a atenção de Liesel, apesar que ela não sabia ler. Mesmo assim, ela pegou o livro, de forma a ter mais lembranças de sua família. Este foi o primeiro, mas não o último, roubo de livros.

Na nova casa, solitária, ela cria, aos poucos, um vínculo com a nova família, mas principalmente com o seu pai adotivo, Hans, e juntos eles descobrem o poder da leitura e das palavras, além de compartilharem segredos que nunca deverão ser descobertos. Ao mesmo tempo, ela cria amizade com um garoto da vizinha, Rudy, e logo eles estão aprontando e tentando se divertir neste momento difícil, do qual não entendem muita coisa, mas sabem que muita comida falta e muita gente desaparece.

É uma história simples, mas complexa, e a morte consegue narrar a vida de Liesel de uma forma encantadora e divertida, tirando um pouco da parte sombria deste período.  

Confesso que não tinha grandes expectativas quanto ao filme, visto que os leitores geralmente se decepcionam com as adaptações de seus livros prediletos, porém achei o filme interessante e ele não pecou nas partes principais. É claro que a Liesel estava bem mais arrumada do que eu esperava e que a Rosa não a chamava tanto de Saumensch, além de que algumas cenas que eu gostei do livro foram cortadas, como os episódios de roubos de comida deles, e sobre a dona da loja da esquina que adora o nazismo, mas, no geral, foi um bom filme. Ele me surpreendeu.


Eu não esperava que algum ator específico fosse convocado para o elenco, porém, não achei que a atriz Sophie Nélisse, que interpreta Liesel, e o ator Nico Liersch, que faz o papel de Rudy Steiner, combinaram. Rudy aparentou ser bem menor e mais infantil que Liesel. Porém, adorei a escolha de Geoffrey Rush para interpretar Hans, ele ficou excelente no personagem.

Uma coisa que não ficou nada parecida com o que eu imaginava foi a dona Morte. Sempre pensei que ela era uma mulher. Faz muito tempo que li o livro pela última vez, então me recordo se há fundamento para isso, porém fiquei bem surpresa quando, no filme, o narrador era masculino.

Enfim, acho que é uma adaptação válida de se assistir. Não foi apaixonante, mas é fiel e razoável.

Lançamento nacional dia 31/01/2014
Gênero: Drama, Guerra
Duração: 131 minutos
País de origem: EUA
Distribuição: 20th Century Fox
Direção: Brian Percival
Produção: Ken Blancato, Karen Rosenfelt
Elenco: Sophie Nélisse, Roger Allam, Heike Makatsch, Julian Lehmann, Gotthard Lange, Rainer Reiners, Kirsten Block, Geoffrey Rush, Emily Watson


Dirigido por Joe Wright
Atores: Keira Knightley, Matthew MacFadyen, Rosamund Pike...
Gênero: Romance , Comédia
Como comentado na resenha do livro, eu assisti à adaptação de Orgulho e Preconceito para as telonas logo após o término da leitura. Então, as informações ainda estavam bem frescas na minha memória e pude fazer várias comparações entre as duas obras. Mas, primeiramente, quero fazer um pequeno resumo da história. Para você saber mais sobre, inclusive minha opinião sobre o livro, clique aqui.

Quando um jovem rapaz rico, Sr. Bingley, se muda temporariamente para a vila, Sra. Bennet, que é mãe de cinco garotas, logo quer ser apresentada a ele, desejando que o mesmo escolha uma de suas meninas como esposa. O filme inicia-se mostrando Elizabeth Bennet escutando sua mãe conversando com seu pai, e rindo da situação junto com suas irmãs.

Irmãs Bennet
Então, quando são devidamente apresentadas a Sr. Bingley, conhecem também sua irmã, Srta. Bingley, que é muito mesquinha, e Sr. Darcy, que é arrogante e orgulhoso. Apesar de serem muito amigos, Sr. Bingley possui uma personalidade bem diferente da de Darcy, sendo mais simpático e gostando mais de dançar do que o segundo. Enquanto dança praticamente todo o tempo com Jane, a irmã mais velha, e a mais bonita, dos Bennet, a Sra. Bennet quase tem um infarto de felicidade.

Mas os protagonistas não são estes, apesar de, no livro, a autora apresentar o romance de tal casal primeiro do que o do casal principal: Srta. Elizabeth Bennet e Sr. Darcy. Sim, o arrogante e orgulhoso amigo de Sr. Bingley. No filme, as atenções dadas à Jane e Sr. Bingley são bem menores do que as concedidas nas páginas. Algo que me deixou extremamente frustrada foi perceber que Sr. Bingley não possui a mesma personalidade da descrita no livro, onde ele era somente simpático e bonito. Nas telonas, ele é atrapalhado, confuso com as palavras e aparenta ainda não ser um homem feito, garantindo boas risadas, é claro, mas transformando o personagem em algo não muito agradável.

Aliás, esta não foi a única mudança no estilo das personagens. Eu sei que é extremamente comum que as coisas sejam um pouco diferentes no filme, porém preciso ressaltar o que me incomodou, não é mesmo? A própria Srta. Elizabeth Bennet! Ah, uma personagem inteligente, mas não muito bonita, que se transformou, nas telonas, em um alguém mais alegre e risonho do que no livro. Ela se aproxima bastante do espírito de Jane, até. E, durante o primeiro baile, ao invés de aparentar o ódio que sentia por Sr. Darcy após escutá-lo chama-la de “pouco bonita”, ela estava o provocando. Com certeza, esta não é a Elizabeth que eu li sobre. A interpretada por Keira Knightley é mais aventureira, até imatura. Porém a escolha da atriz me deixou extremamente contente, pois foram por estes olhos expressivos que Sr. Darcy se apaixonou. Acertaram em cheio nessa!

Elizabeth Bennet
Outras personagens que sofreram alterações foram Georgina Darcy, irmã de Sr. Darcy, que é totalmente ao contrário da menina tímida encontrada no livro. Esta é muito alegre e convidativa. E, também, o Sr. Bingley, que já comentei antes, tornou-se um pouco patético nesta filmagem.

Mas, não pensem que eu não gostei do filme, ok? As duas horas de duração passaram voando por causa dos cenários lindos e da história cativante. Assim como tivemos alguns personagens com personalidades um pouco, ou totalmente, diferentes das encontradas nos livros, outros foram muito bem transpostos para as telonas, e fico alegre em dizer que Sr. Darcy é um deles. O ator foi escolhido muito bem, soube interpretar perfeitamente as cenas que mais me foram preocupantes e eu só não posso dizer que fiquei apaixonada, pois já estou, e por uma pessoa real, hehe.

Mr. Darcy
Aqui encontramos também uma mãe dramática e ambiciosa, suas características estão um pouco mais extravagantes do que as do livro, mas achei que combinou, pois realmente a Sra. Bennet nos passa essa imagem.  A Srta. Bingley foi interpretada com maestria e tornou-se uma chata, e aplausos para a atriz que interpretou Mary Bennet, adorei aquela menina!

O filme, obviamente, é um pouco apressado demais e alguns fatores ficam de fora, mas realmente não são tão importantes. Outras partes foram mudadas, mas nada que alterasse o final da história. E, aliás, esta obra termina com uma das sentenças mais marcantes e hilárias do livro.

Já deixei claro que muitas são as diferenças encontradas entre as duas obras, não é mesmo? Então, recomendo a leitura íntegra do livro, que entrou para a minha lista de preferidos, e também a assistirem o filme, para relembrar a história e se emocionar um pouco. Os protagonistas fizeram um bom trabalho e, no geral, o filme foi satisfatório. Eu fiquei emocionada nas mesmas partes em que estava com esta apreensão no livro e consegui sentir todo o amor que esperava encontrar, e até mais da parte de Sr. Darcy. Que bela interpretação!


É de conhecimento geral que 2013 está recheado de adaptações literárias para o cinema e eu escolhi os três filmes que mais estou ansiosa para assistir. Neste ano, serão várias as séries que terão suas continuações, além de alguns clássicos e remakes. Não sei se são todos, mas as adaptações que conheço são essas:

A Hospedeira
Anna Karenina
Carrie: A Estranha (Terceira versão da história, sendo que a segunda foi uma continuação da primeira)
Dezesseis Luas
Em chamas (Segundo filme da trilogia)
Jack – O Matador de Gigantes (Baseado em João e o pé de feijão)
Jack Reacher – O Último Tiro
O Grande Gatsby
O Hobbit - parte 2
O Símbolo Perdido
Os Miseráveis
Oz: Mágico e Poderoso (Adaptação de O Mágico de Oz)
Percy Jackson e o Mar de Monstros (Segundo filme da série)
Sangue Quente (O título ficou como Meu namorado é um zumbi)
Bem, se vocês souberem de outros filmes que serão lançados neste ano e são adaptações ou baseados em livros, deixem o nome nos comentários. Vou adorar saber! Enfim, vamos às minhas escolhas?

Em terceiro lugar: O símbolo perdido 


Essa foi a posição mais difícil de escolher um filme! Fiquei em dúvida entre este, Dezesseis luas, tachado como o novo Crepúsculo, e Os miseráveis, já que aprecio a literatura russa. Escrevendo essa postagem, percebi que os filmes que mais quero assistir são para saber que vão ser um fracasso como os antecessores, a meu ver, é claro. O código da Vinci e Anjos e demônios não foram bons filmes, se compararmos com os livros, e estou curiosa em relação a este. Já li o livro e gostei bastante, porém menos do que os outros já citados aqui.

Em segundo lugar: O mar de monstros


Já faz um bom tempo que li a série de Percy Jackson, mas me lembro que gostei bastante da série, principalmente do quarto e do quinto livro. O primeiro filme, O ladrão de raios, não foi uma boa adaptação, mas espero que consigam ser mais fiéis desta vez. Tô bem ansiosa para assistir ao filme, mas cautelosa, esperando por alguma surpresa negativa.

Em primeiro lugar: A hospedeira 


Antes de qualquer coisa, sei que vou me decepcionar. E esse é mais um dos fatores que me leva a querer assistir o quanto antes A hospedeira, filme homônimo baseado na história escrita por Stephenie Meyer. A partir do trailer, consegui identificar características bem diferentes das encontradas nos livros, principalmente em relação ao personagem Jared, e, infelizmente, estou com o pressentimento que irão modificar a história para torna-la mais agradável ao público adolescente, ou seja, focalizar muito no romance. Eu quero muito assistir à essa adaptação e espero que ela consiga ser melhor do que eu estou imaginando, mas é assim né? Espere o melhor e prepare-se para o pior, aprendi com o tio Nicholas Sparks.

Se eu já tivesse lido Em chamas, ele, com certeza, entraria para o meu TOP 3. Mas, infelizmente, ainda não consegui um exemplar emprestado e não pretendo comprar minha trilogia em breve, então, vou esperar um pouco para assistir, provavelmente até que saia das telonas eu ainda não terei lido o livro. E aí, o que acharam das minhas escolhas? Quais são os que vocês mais estão curiosos para assistir?
Beijos!



Sou uma grande fã do trabalho de Johnny Depp, inclusive já comentei isto aqui quando postei um TOP 3 com os meus filmes prediletos estreados pelo ator – confira aqui. Ele é uma pessoa carismática e reservada, aparenta ter bons costumes e atua maravilhosamente bem. É por causa disso que, quando eu soube do lançamento de Sombras da noite, outro filme em parceria com o diretor Tim Burton, logo fiquei morrendo de curiosidade e precisava assistir a este filme o quanto antes.

O protagonista é Barnabas Collins, interpretado por Johnny Depp, e dono de uma grande maldição: ele é um vampiro. Há muito tempo, em 1752, a família Collins partiu da Inglaterra a fim de fundar a cidade de Collinsport, no Maine. Estes eram ricos e felizes até que Barnabas comete um erro terrível quando seduz, sem grandes intenções, Angelique Bouchard, uma funcionária de sua casa.


Angelique, na verdade, é uma bruxa poderosa que decide se vingar da família Collins e destruir o seu império, quando percebe que foi abandonada por seu amado Barnabas. Com o consentimento da cidade, ela consegue enterrá-lo vivo e o transforma em um vampiro. Porém, Barnabas foi libertado do túmulo, em 1972, e retorna para sua mansão; somente para descobrir que ela está em ruínas e que a família Collins não é mais a mesma.


Ele retorna à casa decidido: quer mudar a situação da família e recuperar a honra da mesma. Porém, os seus descendentes são estranhos e os equipamentos também, afinal, ele ficou muito tempo adormecido. É extremamente engraçada a adaptação de Barnabas ao novo mundo, mas, infelizmente, após algumas cenas, torna-se tedioso. Uma das habitantes da antiga mansão de Barnabas é interpretada por Helena Bonham Carter, esposa de Tim Burton, e grande parceira de Johnny Depp também. Ela é a Dra. Julia Hoffman, uma psiquiatra que mora com a família para tentar resolver os problemas da mesma.


O filme é quase um típico de Tim Burton, que se tornou reconhecido pela escolha de atores, cenários sombrios, figurinos extravagantes e a vontade de sempre estar inovando. Mas, a familiaridade com bons roteiros não esteve presente, este é um filme previsível e que não convence. Foi engraçado em alguns momentos, mas o clima sombrio não combinou com o tom de paródia e Sombras da noite se tornou uma exceção à regra criada por mim de que os filmes desta parceria entre ator e diretor são bons.

Não me entendam mal, a interpretação dos atores está realmente boa, o cenário também e as músicas escolhidas estão ótimas. Mas o roteiro não é dos melhores. Um ótimo elenco e diretor para um filme que é uma paródia dos vampiros. Lembrando que esta é a minha opinião e você pode discordar dela à vontade, não sou uma crítica profissional, somente uma fã que se decepcionou.

Curiosidades

  • O filme é baseado em um seriado da década de 60, Dark Shadows, que tanto Johnny Depp quanto Tim Burton gostavam.
  • A história do filme se passa em 1972. Trata-se de um ano após o encerramento da série de TV na qual ele é baseado, exibida entre 1966 e 1971.
  • Jonathan Frid, intérprete de Barnabas Collins na série de TV, aparece em uma pequena ponta no filme. Sombras da Noite foi seu último filme, já que o ator faleceu em 13 de abril de 2012, aos 87 anos.
  • Barnabas Collins, personagem principal do filme Sombras da Noite, apenas apareceu na série de TV no episódio 211. Ele foi criado na intenção de melhorar a audiência, que andava baixa. Até este momento a série girava em torno da personagem Victoria, a misteriosa governanta da mansão Collinwood.
  • Este é o oitavo filme que reune a dupla Tim Burton e Johnny Depp e o sétimo que reune Tim Burton e sua esposa, Helena Bonham Carter.
  • As atrizes Anne Hathaway, Lindsay Lohan e Jennifer Lawrence fizeram teste para o papel de Angelique, mas foi Eva Green quem acabou levando. (Ótima escolha!)


Sinopse: Um solitário xerife de fronteira, ao lado de seus assistentes, tem a missão de impedir que um chefão do narcotráfico em fuga pelos EUA chegue à fronteira mexicana em um super-carro, a 300 km/h.
Elenco: Arnold Schwarzenegger, Eduardo Noriega, Rodrigo Santoro, Zach Gilford, Johnny Knoxville, Jaimie Alexander, Forest Whitaker, Peter Stormare. 
Direção: Kim Jee-Woon.
Gênero: Ação.
Duração: 107 min.
Distribuidora: Paris Filmes.
Classificação: 14 Anos.
Ray Owens (Shuazenegão) é um xerife velho experiente que já teve muita ação na sua vida e foi viver uma vida mais tranquila como xerife numa cidade pequena, monótona e pacata, que faz fronteira com o México, até que em um dia da sua folga, um fazendeiro é assassinado. Enquanto isso, lá em Las Vegas um bandido foda, poderoso, e que parece o Cadinho da novela Gabriel Cortez (Cadinho, vulgo Eduardo Noriega) que está sendo levado para ser executado foge fodasticamente e tem um 'exercito' que ajuda ele a ir para fronteira mexicana com um batmovel super-carro, com uma policial como refém. Ok, até que o xerife percebe a ligação dos acontecimentos. Gabriel e sua gangue conseguem passar pelo FBI, SWAT e tudo mais, até chegar na cidade de Ray e enfrentar o xerife mais 3 doidos pessoas, Frank (gatissímo Rodrigo Santoro), Sarah (Jaimie Alexander) e outro delegado.


Arnold Shuazenegão ta tão velho gente, haha, sério, a idade já esta fazendo efeito nele. Mas enfim, o filme é muito bom, nunca vi tanto policial morrer, e a estreia é hoje (18/01). Ri demais no filme, mas isso não tirou a ação, ou seja, é um filme de Ação misturado com Comédia. O filme é muito bom, e o Arnold como sempre, arrasou. Vale muito apena assistir porque ele não é apenas sangue, e também não é só risadas. Então, corra para o cinema e prepare-se para rissos e tiros.
sobre o autor
Eduarda Galvão Eduarda Galvão, 16 anos, Brasília. Cheia de esquisitices e manias. Apaixonada por livros e personagens. Louca por filmes e séries. Com mania de colecionar livros, canecas e amores..




Direção: Peter Jackson
Gênero: Aventura
Duração: 175 min.
Distribuidora: Warner Bros
Sinopse: O mago Gandalf e os 13 anões que formam a companhia contratam Bilbo Bolseiro para uma jornada até a Montanha Solitária, onde tentarão recuperar os pertences dos anões que foram roubados pelo dragão Smaug.








O filme conta a história de uma aventura de 13 anões, 1 mago e, acidentalmente (ou não), 1 hobbit.  O livro foi baseado no livro do -mestre- J. R. R. Tolkien, o mesmo autor de O Senhor dos Anéis. O livro é perfeito, foi dividido e será feito mais dois filmes. Sinceramente, fiquei com medo de que estragassem a historia e sua magia, como fazem com a maioria dos livros, mas não, foi realmente perfeito. Olhem o trailer e se apaixonem, rs.


Gente de deus, estou em êxtase ate agora com esse filme. Ele foi tudo o que eu esperava e mais um pouco. Sério, pra mim, esse foi o melhor filme de 2012, adivinhem quem estava na sala do cinema cantando as canções dos anões?, rs. 1 balinha pra quem disse que foi eu! Amei de verdade, TUDO, mesmo eles mudando algumas partezinhas não fizeram um estrago. Acabei de chegar do cinema, é 1h, tenho prova de história as 7:30, mas simplesmente não conseguir ir dormir sem compartilhar a minha alegria com o filme, haha. E gente, adorei o Gollum, eu já tinha um amor por ele e ver ele no filme me fez ama-lo mais, kkk. Então, é isso, não tenho nem palavras pra descrever o filme, só assistindo pra vocês sentirem o que eu senti com ele. Bjs e fiquem com o sorriso do meu amor..
meu precioso <3

sobre o autor
Eduarda Galvão Eduarda Galvão, 16 anos, Brasília. Cheia de esquisitices e manias. Apaixonada por livros e personagens. Louca por filmes e séries. Com mania de colecionar livros, canecas e amores..


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Apesar de já ter comentado na página do blog no Facebook, não pude deixar de fazer uma postagem sobre o assunto. Um dos meus livros prediletos, que foi, inclusive, o primeiro livro sem figuras que li por vontade própria, vai ser adaptado para as telonas.

A notícia já é de março deste ano, mas eu não soube e muitas outras pessoas também não, então estou aqui divulgando que A Menina que Roubava Livros virará filme! A história é muito boa, e recomendo a leitura para quem ainda não teve o gostinho de se divertir e sofrer com Liesel.

Segundo o site CinePlayers, o filme começará a ser filmado em janeiro do ano que vem. Uma notícia boa é que os produtores querem utilizar crianças que realmente são alemãs, o que descarta a ideia que muitos tinham de transformar Saoirse Ronan ou Dakota Fanning em Liesel Meminger.

Para quem não conhece, o livro é contado pela morte, uma personagem mórbida e simpática, mesmo que diga o contrário. O cenário é a Alemanha Nazista, e a morte fica surpresa ao perceber que uma pequena garota, Liesel Meminger, consegue escapar várias vezes dela e então, decide segui-la e contar a sua história.

A pergunta é: e quando o outro é muito mais do que um?

O roteiro já foi escrito por Karen Rosenfelt, conhecido por As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada. O diretor do filme será Brian Percival, que trabalhou na série Downtown Abbe, e a produção será responsabilidade de Karen Rosenfelt, produtora também de Crepúsculo.

Acredito que a história tenha potencial para virar um grande filme, já que desde o seu lançamento, o livro é um sucesso mundial. Só espero que as mudanças sejam tênues e que consigam preservar a subjetividade, leveza e o horror daqueles dias, no filme.

Você ainda não conferiu a história? Segue uma lista de sites para comprar o livro!
Estou muito ansiosa e vocês? Beijos.

sobre o autor
Alana Homrich Alana Homrich que, com dezesseis anos, criou o blog Acompanhada pelos Livros. Um novo hobby para compartilhar suas opiniões acerca dos assuntos relacionados à literatura. Está passando por uma fase louca de vestibulares e mudança total em sua rotina.