Disputa entre Capas é uma coluna onde aparecem as diversas capas de uma mesma história para que os leitores decidam qual é a sua preferida.
A Disputa entre Capas de hoje é de um livro que sempre defino como surpreendente. Não importa se é para o lado positivo ou negativo, mas com certeza A Menina que Não Sabia Ler é algo totalmente diferente do que nós geralmente esperamos pela capa e título.
Após ler esta postagem, acredito que as pessoas conseguirão identificar melhor se querem ou não compra-lo. Eu, por exemplo, gostei inicialmente do livro pelo título, parecido com um dos meus prediletos, A Menina que Roubava Livros, e claro, pela capa, que é bem bonita.
Fora do Brasil as coisas não são iguais, e podemos divagar acerca dos motivos. Vamos conferir um pouquinho mais e entender essa diferença.

Sinopse: 1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?

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Como vocês puderam perceber, até o título foi trocado. As capas do exterior também são diferentes da do Brasil, e elas passam um clima mais sombrio e misterioso, o que combina bastante com o livro.
E aí, de qual capa vocês mais gostaram?
Beijinhos.


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Título original: Fifty Shades Darker
Editora: Intrínseca
Páginas: 485
Nota: ♥♥

Este é o segundo livro de uma trilogia. Leia a resenha do primeiro, Cinquenta Tons de Cinza, aqui.

Após a separação com Christian Grey, Anastasia sente-se muito magoada, sozinha e triste. Apesar de a iniciativa ter sido sua, ela não consegue nem se alimentar direito e quando o CEO bilionário a oferece uma carona, Ana não consegue recusar.
Os dois têm uma espécie de conexão, e quando eles se aproximam, as faíscas sexuais aparecem. Anastasia não consegue resistir ao charme proposital de Christian e eles reatam, em um relacionamento bem diferente do esperado.

“- Se você nunca tivesse me deixado, então eu talvez não me sentisse assim. O fato de você ter ido embora foi a melhor coisa que poderia ter acontecido... para nós dois. Aquilo fez com que eu me desse conta do quanto eu queria você, só você. E estou falando sério quando digo que quero você do jeito que for.”

Neste segundo volume, é percebível o amadurecimento das personagens. Anastasia ganhou um pouco de atitude, e Christian está disposto a enfrentar seus monstros para ficar com ela. Tudo aparenta estar perfeito até que uma ex-submissa de Christian resolve aparecer no serviço de Ana.
O passado de Christian está cada vez mais próximo de Anastasia, a atormentando e dominando seus pensamentos, e ao mesmo tempo, ela precisa descobrir mais sobre ele e tomar uma importante decisão, que mudará a vida de ambos.

O livro possui a mesma linha do primeiro: desenvolve-se em poucos cenários e é recheado de cenas eróticas (praticamente todas parecidas também!). O que o deixa melhor que o anterior, é a mudança do comportamento das personagens e as descobertas. Neste volume, lemos muito mais sobre os mistérios do Sr. Grey, que abrange uma das melhores partes do livro.

Para quem gostou da leitura de Cinquenta Tons de Cinza, eu recomendo bastante a leitura da continuação. Houve uma melhora tão perceptível que muitas pessoas que desgostaram do primeiro livro, podem acabar gostando deste.

O final é bem agradável e a trilogia poderia ter acabado por ali, porém na penúltima página a autora escreveu um parágrafo para dar motivo à criação de Cinquenta Tons de Liberdade, o terceiro livro, que acredito ter muito mais ação. Leiam para tirar suas próprias conclusões.


Disputa entre Capas é uma coluna onde aparecem as diversas capas de uma mesma história para que os leitores decidam qual a sua preferida.

Oi pessoal, por conta da espera para o lançamento de A Marca de Atena, terceiro livro da série Os Heróis do Olimpo, do tio Riordan, fiquei com vontade de pesquisar as capas pelo mundo do tão esperado livro.
Apesar de adorar o modo como o Rick Riordan escreve, estou um pouco atrasada com a leitura dessa série. Só li Percy Jackson e confesso que adorei, espero ler Os Heróis do Olimpo em breve e gostar tanto quanto gostei da primeira série.

Sinopse: Annabeth está apavorada. Justamente quando ela está prestes a se reecontrar com Percy, parece que o Acampamento Júpiter está se preparando para a guerra. Como Annabeth e seus amigos Jason, Piper e Leo voam no Argo II, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensar que o navio é uma arma grega. Com o seu mastro de dragão de bronze, a criação fantástica de Leo não parece amigável. Annabeth espera que a visão de seu pretor Jason no convés irá assegurar os romanos que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão vindo em paz. E isso é apenas uma de suas preocupações.
Em seu bolso Annabeth traz um presente de sua mãe que veio com uma exigência inquietante: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. Annabeth já se sente oprimida pela profecia que irá enviar sete semideuses em uma missão para encontrar as portas da morte. O que mais Atenas quer dela? O maior medo de Annabeth, porém, é que Percy pode ter mudado. E se agora ele está ligado aos caminhos romanos? Será que ele ainda precisa de seus velhos amigos? 
Narrado por quatro diferentes semideuses, A Marca de Atena é uma inesquecível viagem por terra e mar para Roma, onde descobertas importantes, sacrifícios surpreendentes e horrores indescritíveis aguardam. Suba a bordo do Argo II, se você ousar...
Sinopse adaptada de Skoob.

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Interessante, não? Aparenta ser um ótimo livro, com muita ação e aventura. 
Lembrando que, para saber a localização da capa, é só passar o mouse sobre a mesma!
Diga-me: qual capa você achou mais legal?


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Título original: Maus
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 296
Nota: ♥♥♥♥♥

“Maus” é resultado de uma série de entrevistas feitas por Art Spiegelman com seu pai, que é judeu. Nessas conversas ele obtinha informações referentes às experiências de Vladek durante a segunda guerra mundial, mais especificamente sobre o holocausto nazista.

O livro inicia-se com Vladek idoso, contando a sua história para Art. No decorrer do livro, lemos muito mais do que sobre os campos de concentração. Tomamos conhecimento de como era a vida antes, durante e após a guerra.

O relacionamento entre pai e filho não era amistoso. Art não concorda com várias atitudes de seu pai, que possui uma personalidade irritante e que estressava a todos. O autor chegou até a ficar preocupado em publicar a obra, pois poderiam julgar correto o pensamento da época, pois Vladek era ranzinza, preconceituoso, mesquinho etc.

Tais atitudes em parte podem ser explicadas como consequências da guerra. O período passou, mas as marcas sempre permanecem. Quem foi torturado, escravizado e atormentado não consegue mais ambientar-se como antes. As lembranças não somem porque a guerra acaba. Vladek não acredita que estar vivo é uma vitória.

Os seres humanos são retratados como animais, cada “nacionalidade” é uma espécie diferente. Os judeus são ratos (em alemão: Maus), os alemães são gatos, os poloneses são porcos e os americanos, cachorros. Escrito em forma de quadrinhos, a leitura é bem rápida e envolvente. A visualização dos campos de concentração ajudou bastante no decorrer da história.


A escrita é leve e há muitos erros de concordância como, por exemplo, em “Então eles põe nós de novo na trem para morrer, e o viagem continuou mais...”, mas são erros propositais. Apesar de ser uma história forte, ela é contada de forma descontraída e a zoomorfização das personagens é um adicional muito criativo e simbólico.

“Maus” é o relato de um período conturbado e é um livro para ser relido várias vezes. O autor consegue transpor um misto de sensações impressionante. Além disso, ele retrata a história sem idealizar os judeus, mas mostrando os defeitos deles também, como todos nós temos. Muitos livros do gênero já foram lançados, mas este é um pouco diferente e eu recomendo bastante. É um dos meus favoritos.


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Título original: Fifty Shades of Grey
Editora: Intrínseca
Páginas: 455
Nota: ♥♥

Uma das grandes sensações do momento, que está sendo lida por praticamente todos os blogueiros e até por pessoas que não possuem o costume de ler. Todos querem saber o que tem neste livro que conseguiu vender mais do que vários best-sellers como O Código da Vinci e Harry Potter.

A história relata um romance entre Anastasia Stelle, uma garota apaixonada por literatura e inteligente, e um empresário bem-sucedido, que com 28 anos já é multimilionário: Christian Grey. Ele é educado, rico, charmoso, inteligente e outros bons adjetivos. Porém tem uns gostos mais radicais na hora do prazer, e prefere o sadomasoquismo a uma noite de amor convencional.

"O único homem por quem já senti atração, e ele vem com o raio de um contrato, um açoite, e um mundo inteiro de problemas."

A narrativa é em primeira pessoa a partir da visão de Ana, portanto tomamos conhecimento de todas as suas dúvidas e pensamentos sobre Christian e seu lado obscuro. Ela nunca teve um relacionamento antes, e todas as decisões e ordens dele apavoram-na, mas no final a mesma acaba cedendo ao controle dele.

A história é bem picante e a escrita é bem descritiva, principalmente nas cenas de sexo. A obra não se resume somente a essa parte: é também uma história de romance entre uma garota inocente e um jovem que tem algumas atitudes antiquadas e outras bem radicais. (Christian é uma antítese).

Apesar de ter alguns pontos positivos, principalmente na parte da diagramação, eu não gostei muito da obra. Acredito que seja pelo tumulto causado em torno da mesma, que elevou minhas expectativas. O livro poderia ser um romance legal, mas a autora acrescentou muitas cenas de sexo, e em alguns momentos ficou incoerente.

Porém eu recomendo o livro para quem gosta deste tipo de literatura. E também para quem não gosta, mas está opinando sobre a nova moda que Cinquenta Tons de Cinza lançou. Acredito que todas as pessoas que queiram ter uma opinião sobre o livro, devem lê-lo antes para ter uma boa argumentação.

Cinquenta Tons de Cinza é o primeiro de trilogia. Os outros volumes são Cinquenta Tons mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade, o último ainda não foi lançado aqui no Brasil.


Oi pessoal, como vão? Semana passada recebi uma sugestão de uma leitora do blog. Ela tem algumas dúvidas de como se faz uma resenha e pediu para que eu fizesse uma postagem sobre o assunto. Primeiramente quero agradecer a Viviane e dizer que fiquei muito feliz com o seu pedido.
Porém devo ressaltar que não sou formada em jornalismo, letras ou outro curso. Portanto nunca fiz uma resenha acadêmica e não sei as bases da mesma. As resenhas aqui do blog são muito pessoais e não sei, sinceramente, se as devo denominar de resenhas. Afinal, as mesmas são somente um comentário sobre a leitura dos livros.
Mas, mesmo assim, vou deixar aqui algumas informações. Espero que elas sejam esclarecedoras.
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Existem dois tipos de resenha, a resenha-resumo e a resenha-crítica. O tipo que os blogueiros literários geralmente fazem é a resenha-crítica, pois além de fazer um resumo sobre a obra, eles a avaliam, criticando os aspectos positivos e negativos da mesma.

É importante que a resenha tenha algumas informações para que o leitor se localize. Como, por exemplo, uma imagem da capa, o autor, a editora, o número de páginas, uma sinopse, o preço e a sua nota para a mesma. Não é obrigatório que a resenha possua todas essas informações, mas é recomendável que tenha algumas para que o leitor se familiarize com a obra.

Não há maneria certa de começar uma resenha! Você pode começar resenhando a obra em si, ou fazendo uma analogia com outras obras ou ações do seu cotidiano. Mas preste atenção na qual você escolherá. Muitas vezes os leitores não conhecem as mesmas obras que você e podem acabar não entendendo as comparações feitas. Então recomendo que, caso você queria fazer uma analogia, escolha obras bem conhecidas, como as clássicas ou best-sellers do momento.

Para qualquer tipo de texto, é recomendável prestar uma atenção extra nos parágrafos e nos seus tamanhos. A resenha ficará muito mais bonita se os parágrafos tiverem tamanhos aproximados.

A melhor forma de fazer uma resenha é apresentando a obra e ao mesmo tempo a sua opinião. Apesar de ser muito difícil, não custa tentar certo? Porém, a maior parte dos “resenhistas” apresenta o conteúdo da obra e somente no final escrevem a sua opinião.

tumblr_l4kyr3wds71qa9yjmo1_500_large_large-e1286723055116_largeO treino é essencial para que a sua habilidade melhore. Quanto mais resenhas você fizer, melhor ficará. As palavras virão com mais facilidade e isso auxilia em outros aspectos da sua vida, como no acadêmico.

Por fim, devo dizer para todos ficarem contentes com suas resenhas. Não sejam muito críticos, afinal isto aqui não é uma faculdade, e garanto que as pessoas conseguem escolher suas leituras de uma boa forma mesmo que a resenha não esteja enquadrada em rígidos parâmetros.

Sei que para algumas pessoas não foi muito útil, mas outras estão meio perdidas nesse assunto. Ressalto que para enviar qualquer outra sugestão é só entrar em contato comigo que ficarei muito feliz em escrever para vocês.

Ah, quero deixar anotado aqui um grande erro que vejo em muitos blogs. Já li muitas resenhas (muitas mesmo!) onde havia partes como “essa estória”, “a estória de Dom João” e outras. A palavra estória não existe! Ela é um neologismo (uma palavra inventada), e nunca figurou na norma culta de nossa língua.
Porém teve uma grande aceitação do público brasileiro já que diferencia algo real de uma ficção e é por causa disso que, até hoje, ela é largamente utilizada mesmo “sem existir”. Alguns dicionários até trazem a palavra, mas com a recomendação de que se use a palavra história, na qual não há controvérsias sobre o seu uso.
Para mais informações, inclusive como a palavra estória surgiu, recomendo que leiam esta matéria.
Beijos, até a próxima.


Oi pessoal! Espero que o mês de outubro seja bem produtivo pra vocês, em todos os quesitos. E para começar com o pé direito, quero que alguém se surpreenda com um dos livros nacionais que mais gostei de ler neste ano.
Leia a resenha AQUI!
O prêmio será um exemplar autografado do livro O Sonho de Eva, no qual o responsável pelo envio é o autor Chico Anes. Ele terá até 30 dias para enviar o exemplar ao sortudo.

O ganhador deve me contatar através da página Contato em até três dias após o sorteio. Caso não haja a procura da parte do ganhador, haverá um novo sorteio.

O sorteio será realizado através do Rafflecopter e como o aplicativo possui alguns erros, eu irei conferir todas as inscrições minunciosamente. Acredito que o sistema seja bem prático, então vou arriscar. Caso você não conheça como funciona, aqui tem uma explicação http://www.somoscriativos.com/rafflecopter

a Rafflecopter giveaway

Espero que vocês tenham gostado da promoção. Leiam os termos do aplicativo!
Boa sorte, beijos.