Título original: Fifty Shades Darker
Editora: Intrínseca
Páginas: 485
Nota: ♥♥
Este é o segundo livro de uma trilogia. Leia a resenha do primeiro, Cinquenta Tons de Cinza, aqui.
Após a separação com Christian Grey, Anastasia sente-se muito magoada, sozinha e triste. Apesar de a iniciativa ter sido sua, ela não consegue nem se alimentar direito e quando o CEO bilionário a oferece uma carona, Ana não consegue recusar.
Os dois têm uma espécie de conexão, e quando eles se aproximam, as faíscas sexuais aparecem. Anastasia não consegue resistir ao charme proposital de Christian e eles reatam, em um relacionamento bem diferente do esperado.
“- Se você nunca tivesse me deixado, então eu talvez não me sentisse assim. O fato de você ter ido embora foi a melhor coisa que poderia ter acontecido... para nós dois. Aquilo fez com que eu me desse conta do quanto eu queria você, só você. E estou falando sério quando digo que quero você do jeito que for.”
Neste segundo volume, é percebível o amadurecimento das personagens. Anastasia ganhou um pouco de atitude, e Christian está disposto a enfrentar seus monstros para ficar com ela. Tudo aparenta estar perfeito até que uma ex-submissa de Christian resolve aparecer no serviço de Ana.
O passado de Christian está cada vez mais próximo de Anastasia, a atormentando e dominando seus pensamentos, e ao mesmo tempo, ela precisa descobrir mais sobre ele e tomar uma importante decisão, que mudará a vida de ambos.
O livro possui a mesma linha do primeiro: desenvolve-se em poucos cenários e é recheado de cenas eróticas (praticamente todas parecidas também!). O que o deixa melhor que o anterior, é a mudança do comportamento das personagens e as descobertas. Neste volume, lemos muito mais sobre os mistérios do Sr. Grey, que abrange uma das melhores partes do livro.
Para quem gostou da leitura de Cinquenta Tons de Cinza, eu recomendo bastante a leitura da continuação. Houve uma melhora tão perceptível que muitas pessoas que desgostaram do primeiro livro, podem acabar gostando deste.
O final é bem agradável e a trilogia poderia ter acabado por ali, porém na penúltima página a autora escreveu um parágrafo para dar motivo à criação de Cinquenta Tons de Liberdade, o terceiro livro, que acredito ter muito mais ação. Leiam para tirar suas próprias conclusões.



